A artista plástica potiguar Lúcia Hinz morreu na Alemanha, onde vivia desde 1988. Natural de Caicó, no Seridó potiguar, ela construiu uma carreira internacional, com obras expostas e presentes em acervos no Brasil, na Europa e nos Estados Unidos. O Governo do Rio Grande do Norte divulgou uma nota de pesar pela morte da artista.
Ao longo da trajetória, Lúcia conquistou reconhecimento no cenário das artes visuais e foi eleita acadêmica titular da Academia Brasileira de Belas Artes. Na Bélgica, onde também morou, realizou exposições em diferentes espaços culturais, entre eles a Casa do Brasil – Espaço Darcy Ribeiro, vinculada à representação brasileira em Bruxelas.
Além das artes plásticas, a artista também se dedicou à literatura. Em sua autobiografia, intitulada Quase nua – entre a razão e a emoção, compartilhou experiências e reflexões sobre sua trajetória.
Governo do RN destaca projeção internacional da artista
Na nota oficial, o Governo do Estado ressaltou a contribuição de Lúcia Hinz para a cultura potiguar e destacou que a artista levou o talento e a criatividade do Rio Grande do Norte para diferentes países, sem perder os vínculos com suas origens.
O Executivo estadual também manifestou solidariedade aos filhos da artista, Alexander e Katiuscia, além dos demais familiares, amigos e admiradores.
Trajetória levou arte potiguar ao exterior
A história de Lúcia Hinz foi marcada pela presença da produção artística brasileira em espaços internacionais. Mesmo radicada na Alemanha por quase quatro décadas, ela manteve vínculos com o Brasil e com pessoas que acompanharam sua caminhada.
A morte da artista deixa um legado nas artes visuais e na cultura potiguar, com uma trajetória que projetou o nome do Rio Grande do Norte para além das fronteiras brasileiras.
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