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Absolvição de funcionário que matou patrão marca decisão em MG

Foto: Reprodução

A absolvição de funcionário em um caso que ganhou repercussão interna na região Oeste de Minas Gerais trouxe novos desdobramentos sobre a morte do empresário Kerli Fabrício. Desde já, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais confirmou que absolveu Eliandro Bastos em primeira instância, após reconhecer que ele agiu em legítima defesa durante uma festa de confraternização em dezembro de 2024. Além disso, o processo segue em segredo de Justiça, o que explica a ausência de divulgação oficial antes da decisão.

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Primeiramente, a defesa afirmou que a decisão foi fundamentada na análise detalhada do juiz, que avaliou as circunstâncias da briga entre patrão e funcionário. Segundo o advogado Pedro Henrique Oliveira Bispo dos Santos, o Ministério Público também concordou com a absolvição, reforçando o entendimento de que Eliandro reagiu a uma ameaça imediata.

Absolvição de funcionário ocorreu após discussão na festa

Conforme os relatos registrados no processo, a discussão começou quando Kerli comunicou ao funcionário que ele seria demitido por ser “muito caro”. Além disso, o episódio ganhou tensão quando Eliandro quebrou uma garrafa de vinho recebida como presente. O patrão, no entanto, advertiu o funcionário e exigiu que ele limpasse o chão, conforme testemunhas narraram. Em contraste, Eliandro tentou deixar o local, mas Kerli teria trancado o portão da empresa.

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Ainda segundo o depoimento do acusado, o patrão teria o xingado e ameaçado “esfregar sua cara no chão”. Depois disso, a discussão evoluiu rapidamente para violência física. Eliandro pegou uma faca e atingiu Kerli com golpes no abdômen, pescoço e ombro esquerdo. Logo após o ataque, ele fugiu para a casa de familiares e pediu ao irmão que acionasse a polícia.

Além disso, a Polícia Civil prendeu Eliandro por homicídio qualificado por motivo fútil. O corpo de Kerli seguiu para o posto Médico-Legal e, posteriormente, foi devolvido à família para velório e sepultamento.

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